segunda-feira, 14 de maio de 2012

O será é sempre o possivel que nos bate a porta!
- Oi,
Tem alguém aí? E agora, o que fazemos?
E surge o medo do não sei. Este é amigo incerto de momentos dificeis...
prova cabal da existencia... a pergunta.

Até quando?
- Oi! É o minimo que se espera do lado de cá... do lado que quem pergunta.
O medo pode até continuar. A pergunta também. Mas uma resposta nunca deve ficar ao leu... nunca!

terça-feira, 8 de maio de 2012

Sinto que a vida irá correr seu fluxo.... e a felicidade voltará a ocupar o seu lugar de direito! O peito de um ser em busca de sentidos...
Algumas perdas de um ano pra cá... na verdade despedidas dificeis de se fazer... Uma ilusão ainda por se desfazer... mas emfim, o novo sempre vem! Basta Acreditar! Obrigado Senhor, Deus da Vida por me guardar e proteger, pois o susto foi grande, mas o Senhor nunca me abandonou! E esta foi apenas mais uma perda... apenas mais uma...
Que bom que ainda estou vivo!!! Graças a Deus!
Hoje 03 de maio de 2012 é meu aniversário, tempo em que me coloco a pensar, repensar meus objetivos pessoais.
Aproveito esse momento para refletir sobre o caminho que venho trilhando nesses últimos 28 anos.

Hoje Considero onde falhei e onde acertei, e, tudo o que já vivi até aqui... Tudo me ajudou a moldar quem sou hoje. Quero reconh...ecer minhas escolhas e as aceito com todas suas limitações e benefícios. Sei que não posso mudar o passado, mas posso - e devo - definir, criar e recriar o meu futuro.

Nossa, já errei tanto. Chorei, ri, gritei. Palavras duras já proferi. Mas aprendi também a dizer: Eu te amo. E vi este amor ir embora... Já briguei, refleti tanto... já me emocionei! E vejo que tudo é válido.
Minha timidez já me proporcionou muitas perdas... mas sempre que me envolvo, empolgo, arrisco...

Já aprendi o amargo da despedida, da perda e da desilusão. E posso dizer, sim. Dói muito.
Não é nada fácil reconhecer que sou grosso, mal educado, ignorante, e inúmeras vezes um grande cabeça. Também faço pirraça, sim, faço.

Já duvidei. Já julguei e pequei.
Mas tenho como horizonte a bondade, o perdão e a solidariedade. Sei que nem sempre dou conta, mas tento. Disto tenho certeza.

Quero aproveitar ao máximo meu presente, a vida que vivo a cada instante. Afinal, acabo de ganhar a possibilidade de mais 365 dias para superar desafios e desenvolver novas qualidades. Mais um ano inteirinho terei para conhecer, para me encontrar ou quem sabe me reencontrar, e, descobrir que talvez, minha melhor versão já existe... Afinal, quem sabe...

Sei que posso e tenho o poder de fazer da minha vida um belo acontecer! Isto, do meu jeito!!! Ou posso também deixar que o jeito de outras pessoas determinem a vida por mim. A escolha é toda minha!

Por isto, peço a Deus que caminhe comigo nesta jornada e seja ele o meu guia, minha luz meu Senhor! Em Deus ponho a minha Esperança!

Plínio Lucius

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Para qualquer um....

Ó natureza! Ó sabor grande doce e que me faz salivar...
Calar
Ó vida! Ó tão grosso poder e fraco meu ser...
Querer
Ó guerra! Ó sábia tolerância que tento sem dor...
Amor
Cala-te o que quer amar, pois que não é assim como pensas...
A vida tem ensinado para este pobre coitado que amar é duro,
Que perder é só vale se o jogo não for sujo,
Que lutar é sim necessário quando ainda não é o luto,
E que o perdão talvez não seja depois de estabelecido o muro.
Ó beleza! Tentar...
Ó alegria! Sorrir...
Ó vantagem! Mito...
Não deixe de voltar, sem medo de cair, nem da vontade do que aqui ta dito!
Afinal não só a nobreza, também a periferia tem coragem!
03-11-11

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Ás vezes, as aparências enganam!

Eu mesmo presenciei um caso assim. Certa vez, no sertão mineiro, logo ao entardecer do dia, chegou à pacata cidade das indústrias uma inusitada família ( era a família Automobilística) esse nome soou muito bem aos ouvidos dos poucos e tranqüilos moradores da cidade, mas não escondiam sua estranheza ( o que uma família de cidade grande faria ali no interior?) .
            Os Automobilísticos como eram tratados, eram tão diferentes, contudo logo se adaptaram à rotina, afinal era uma família muito pequena.
            Depois de algum tempo ali instalados - vendo que não eram conhecidos de todos - resolveram dar uma festa, assim poderiam se apresentar  melhor, motivo: Aniversário do patriarca, cinqüenta anos. Este por sua vez, imponente, misterioso, religioso sobretudo astuto!Alface era seu nome, cheio de poder e elegância.
            No meio da festa o senhor Alface aproveitou para oficialmente apresentar seus três filhos, uma vez que sua esposa, a Melancia, que de tão magra havia falecido por uma profunda anemia. ( Os Automobilísticos jovens estavam com fama sem saber!).
            O mais velhoseuBatata, de idade, nunca casou, mas ainda bem inteiro, com seu tom azulado, magro como sempre e aquele cachimbo preto na boca, esse puxou o pai é o que todos dizem. Uma única filha, e é a caçula, Repolho como carinhosamente todos a chamam, seu nome mesmo é Abóbora Pimentão Cenoura Beterraba Salsa da Silva Repolhotão delicada, com seu  tom rosado, simples, objetiva e romântica! o filho do meio, o Alho José Pimenta, ninguém entende. Todas as moças da cidade o querem com noivo, Ele é irresistível dizem todas as moças ao verem passar pela rua, o problema é que o Alho é tímido, do tipo pouca conversa, olhos para baixo e ar sereno (as velhinhas da Igreja viviam dizendo que esse sim seria um bom Padremal sabiam suas reais intenções) é que o Alho tinha um empolgante caso com a senhora do fazendeiro, a Dona Azeitona...  ( sobre esses mil juízos a cidade havia feito).
            A festa foi muito alegre e descontraída. E todos perceberam que os Automobilísticos apesar de um pouco diferentes eram muito boas pessoas... Daí em diante todos da pacata cidade das Indústrias não mais ficaram desconfiados e foi bem assim que os Automobilísticos fincaram raízes profundas com sua fábrica de... Torniquetes. Sim, aqueles chocolates Amargos, Italianos eu acho. O senhor Alface antes da morte pode conhecer pelo menos três netos, um de cada filho. A saber: - O Cebola, a Tomate e o Couve-Flor....

21/02/2006
Plínio Lucius

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Somos um povo da Sedução....

O poder da sedução econômica e sexual tornou-se o processo geral que tende a regular o consumo, as organizações, a informação, a educação e também os costumes. As sociedades contemporâneas são governadas por uma nova estratégia  de relação: a sedução.

Esse seduzir é como que uma simplificação de opções possíveis em abundância, onde tudo é transparente, onde as escolhas se perdem em vastidão de números, tudo é livre.Vivenciamos, assim, uma realidade dita de ‘pós-moderna’ onde se privilegia as relações livres de autoritarismo e cheias de diversidades, pelo menos no discurso.

  aí, frutos  muito valiosos desta sedução, penso. Uma valorização da característica  individual das pessoas como agente de seu tempo, longe das normas e das organizações pesadas. É a construção de uma cultura da espontaneidade, cultura do individuo emancipado, busca do ser autêntico, distante das complexidades. Vale a valorização da saúde, do bem estar,  da segurança, da livre racionalidade, da integração sem repressão.

Somos hoje o resultado ‘metamorfósico’ de uma sociedade que criou ruptura com as estruturas e com a organização opressiva, mas não uma sociedade livre. Somos conseqüentemente  sedução.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O QUE É A VIDA?

Falam-me que é minha a compreensão.
Que pessoal é o meu pensamento.
Resolve esse problema, vida. Mostre sua razão.
É a afirmação que me foi feita nesse momento.

É bom preparar-se bem,
Falam-me que é minha a compreensão.
Esforço é preciso, garoto zen.
Para quem tiver coragem peço não ir pela emoção.
Dou-lhes um impacto.
Proponho a vocês uma ousadia.
Falam-me que é minha a compreensão.
O impacto? Olhe para o seu coração.

A vida é uma complexa conversa ou um simples ato?
É necessário arriscar, sonhar e amar para não ser vazia.
Essa é minha decisão.
E ainda falam-me que é minha a compreensão.